Acho que a parte interessante de ser citada aqui é que apesar de no curta metragem final o cenário ser todo desenvolvido no computador (pintura digital) para fazer os concepts eu utilizei diversas técnicas diferentes como exemplo: a primeira imagem de cima para baixo foi feita a lápis, a segunda com caneta nanquim, giz de cera e carvão, a terceira com nanquim e caneta preta e a última com carvão e pastel.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Teste de Animação menina
Teste de animação da menina para a segunda cena do curta.
Teste de actin menina (2012) from Carol Plewa on Vimeo.
Teste de actin menina (2012) from Carol Plewa on Vimeo.
Ode a Garota
Para você que se foi
Saiba que ouvimos
Todo o ardor de sua dor
Da criança amor que procura
Por um salvador
Mas mesmo a mais poderosa
De todas as criaturas não pode
Robar uma cruz que era tua
Dentre choros e versos
Não há escolha além do reverso
Que te traga satisfação
A você que agora esqueço
Lute pelo apreço do que era desejo
E ficou perdido na escuridão dos seios
Daqueles que anseiam por redenção
Como último pedido
Neste leito te atiro
Tua última chance de salvação
Sai dessa água que te banha
E seus sonhos balança
Nela como você muitos afundaram
Poucos partiram
Então escuta o conselho
Deste velho amigo
Que te quer com carinho
E vá, levante-se e há
De mais um dia lutar
Pelo teu caminho
Para a Lua
Mãe dos desesperados e apaixonados
Eu lhe peço atenção
Sei que me ouve por entre o lago
Das lágrimas daqueles que morreram de solidão
Quero que saiba que nenhuma luz é luz
Sem a escuridão
E mesmo que hajam todos os motivos eu tenho livre-arbítrio
Para escolher uma posição
Deixe-me ao seu lado iluminar os que foram condenados
Pela eterna falta de visão
Pois mesmo que não seja eu
Sempre haverão aqueles que escolherão a escuridão
Para Árvore
Você que já foi desejo
Sinta a dor e o desespero
Dessa alma vazia
Aquele que concede a vida, dá
Mas nunca a tira
Tente e vê como combina
Mais uma entre tuas filhas
Quente e fria
Que nunca vacila
Sentido pela brisa
Seja leve ou ventania
De que tudo será normal
Toda a eternidade que passará
Não tinha sentido se fosse sozinha
Então vamos! E me acolhe nessa família
Acaba com esse vazio existencial
Para tudo ser mais uma vez normal
Para o Sol
Criatura essa de estranho gracejo acende com teus meios
Uma fagulha neste ser mortal
Entre seus raios a infelicidade pode parecer infinita
Mas sempre tão amoral
Com tanto cuidado por nossas vidas
Não deveria eu me sentir normal?
Mas tamanho é meu apreço
Por esse ser imortal
Que lhe rogo vida plena
Como nunca antes igual
Se me ouve: Atende!
Se não, não finja que não entende !
Abro meus braços e lhe rogo
Mesmo que o desejo seja fatal
Me tras para perto de ti
E me tira dessa vida banal
Pois não passo mais um dia
Como esse ser anormal!
Seja o preço do meu desejo
Ou o tamanho do meu apreço
Me ouça imortal
Só queria saber
Porque não posso ser igual?
Poemas
Quando estava desenvolvendo o roteiro do curta metragem senti muita dificuldade de construir as falas do narrador pois esse se utiliza de rimas. Como forma de resolver esse problema eu construí diversos poemas para cada momento e posteriormente os sintetizei para construir as falas. Vou postar aqui esses poemas que foram a base para a criação do narrador.
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